domingo, 19 de abril de 2015
OREM POR ESTAS PESSOAS CRISTÃS LEIAM Suposto vídeo do Estado Islâmico mostra execuções de cristãos
O grupo Estado Islâmico (EI) publicou neste domingo (19) um vídeo mostrando cerca de 30 homens, supostamente cristãos etíopes, sendo executados por jihadistas na Líbia, segundo informou a agência de notícias France Press (AFP).
O vídeo, de 29 minutos, postado em sites jihadistas, mostra um grupo de pelo menos 16 homens decapitados em uma praia e um outro grupo de 12 pessoas baleadas à morte em uma área de deserto. Eles são identificados como membros da "Igreja etíope inimiga".
Em meados de fevereiro, o EI divulgou um vídeo que mostra a decapitação em uma praia de 21 homens, a maioria confissão copta egípcia, com uma produção semelhante ao vídeo divulgado neste domingo.
Os 12 homens, com roupas laranja, são levados para a praia antes de serem colocado no chão e decapitados com uma faca. Enquanto isso, em uma área de deserto, 16 homens vestidos de preto são mortos à queima-roupa.
Um homem vestido de preto falou em inglês, enquanto os outros algozes, um atrás de cada prisioneiro, aparecem completamente vestidos em trajes militares, e permanecem em silêncio. Todos estão mascarados.
As imagens das execuções concluem o vídeo de 29 minutos. Antes, homens apresentados como cristãos sírios aparecem explicando que os jihadistas lhes deram a opção de se converterem ao Islã ou pagar uma multa, e que eles decidiram dar dinheiro.
O EI controla áreas inteiras da Síria e do Iraque, onde proclamou um califado, em que multiplica assassinatos e execuções. Alguns desses atos são filmados em vídeo e transmitidos - como o deste domingo - como forma de propaganda para os jihadistas.
Kim Jong-un 'escala' montanha mais alta da Coreia do Norte
A agência de notícias oficial do governo da Coreia do Norte divulgou neste domingo (19) imagens do líder Kim Jong-un no topo do monte Paektu, ponto mais alto do país, na divisa com a China ao norte.
Segundo fontes estatais de notícias, o líder de 32 anos teria subido a montanha de cerca de 2,7 mil metros - pouco menos que o Pico da Neblina, Nas imagens, Kim Jong-un aparece sorridente, sem o menor indício de esforço, e com apenas um casaco para se proteger do frio no cume coberto de neve, de onde ele teria visto o nascer do sol.
O ditador aproveitou para discursar às tropas do exército no local. A visita teria ocorrido no sábado (18), segundo a agência Reuters.
Monte Paektu tem cerca de 2,7 mil metros (Foto: Reuters)
ATENÇAOOOOOO Vítima de chacina em sede de torcida do Corinthians foi preso na Bolívia
Uma das vítimas da chacina que deixou oito mortos na quadra da torcida organizada Pavilhão Nove, na madrugada deste domingo (19), é o torcedor Fábio Neves Domingos, de 34 anos. Ele foi um dos 12 presos na tragédia que marcou a estreia do Corinthians na Copa Libertadores da América, em 2013, contra o San José, da Bolívia. Na ocasião, o jovem torcedor boliviano Kevin Douglas Beltrán Espada, de 14 anos, foi atingido por um sinalizador da torcida do Corinthians e morreu.
As demais vítimas são: Ricardo Prado, Marco Antonio Corassa Junior, André Luiz dos Santos de Oliveira, Mateus Fonseca de Oliveira, Jhonatan Garzillo e Mydras Schmidt, segundo informou o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
De acordo com a Polícia Militar, sete vítimas foram encontradas baleadas e mortas no local. Uma oitava também foi baleada, mas conseguiu fugir e foi levada ao Hospital das Clínicas pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O caso foi registrado no DHPP. Policiais que participaram do registro da ocorrência afirmaram ao G1 que a principal hipótese para o crime é uma briga envolvendo tráfico de drogas. Duas das vítimas tinham passagem por tráfico.
Os policiais descartam que a motivação do crime seria uma rixa entre torcidas, apesar do jogo entre Corinthians e Palmeiras marcado para a tarde deste domingo (19) na Arena Corinthians, em partida de semifinal do Campeonato Paulista.
Parentes e amigos dos mortos aguardavam a liberação dos corpos no IML (Foto: Márcio Pinho/G1)
Execução
Testemunhas disseram à polícia que pelo menos dois homens armados invadiram a quadra da torcida, que fica embaixo da ponte dos Remédios, próximo à Marginal Tietê, por volta das 23h. Os torcedores prepavam bandeiras que seria levadas para o jogo deste domingo.
Testemunhas disseram à polícia que pelo menos dois homens armados invadiram a quadra da torcida, que fica embaixo da ponte dos Remédios, próximo à Marginal Tietê, por volta das 23h. Os torcedores prepavam bandeiras que seria levadas para o jogo deste domingo.
Segundo o DHPP, houve execução, já que as vítimas foram encontradas deitadas e próximas. Elas teriam sido obrigadas a se deitar pelos criminosos. Perto dos corpos foram encontradas cápsulas de pistola 9 mm.
O G1 tentou contato com representantes da torcida organizada, mas ninguém foi encontrado durante a madrugada e a manhã deste domingo (19).
sábado, 18 de abril de 2015
Fãs de heróis da DC Comics se reúnem em parque de São Paulo
Quem passou pelo Centro Esportivo Tietê, na Zona Norte de São Paulo, neste sábado (17) encontrou, além dos habituais atletas de fim de semana, dezenas de Super-Homens, Batmans e alguns Lanternas-Verdes. Os cosplayers participaram de uma ação mundial para tentar estabelecer um novo recorde de pessoas fantasiadas de super-heróis da DC Comics.
A brincadeira começou na cidade de Queensland, na Austrália, Manila, nas Filipinas, e em cidades da Inglaterra, França, Itália, México, Espanha, Taiwan e Estados Unidos. A última cidade a receber o evento será Los Angeles, no Hollywood & Highland.
Em São Paulo, o evento reuniu crianças e adultos, incluindo um homem vestido como o Batman da série de TV dos anos 1960. Para quem gosta de veículos personalizados se divertiu com um Batmóvel e o furgão “Mistery Machine”, do desenho animado Scooby Doo.
'Heróis' se reuniram em gramado do Centro Esportivo Tietê (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Pequena Mulher Maravilha almoça com o pai Batman (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)CANAL DO YOUTUBE !!
galera tenho um canal no youtube pesso que voçes se inscrevam para me ajuda porfavor link https://www.youtube.com/channel/UC8dZnI3kDvdiVwJFfYQK9Qwr
Verônica negou agressão em áudio em troca de redução de pena, diz MP
18/04/2015 14h22 - Atualizado em 18/04/2015 14h22
Verônica negou agressão em áudio em troca de redução de pena, diz MP
Proposta teria sido feita por coordenadora de políticas LGBT estadual.
Travesti ficou desfigurada após prisão; MP apura se ela sofreu tortura.
Lívia MachadoDo G1 São Paulo
Travesti fica desfigurada após prisão; Defensoria diz haver indício de tortura (Foto: Foto: Reprodução/Facebook; Divulgação/Defensoria Pública)
A travesti Verônica Bolina disse, em depoimento a promotores do Grupo Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GECEP), do Ministério Público, na tarde desta sexta-feira (17), que aceitou gravar áudios negando ter sido vítima de tortura e agressões de policiais no 2º Distrito Policial, no Centro de São Paulo, em troca de redução de pena.
A proposta e as gravações teriam sido feitas por Heloisa Alves, coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do governo estadual.
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania disse que Heloísa não quer comentar o caso.

As gravações foram feitas na delegacia, durante visita da coordenadora. Em um dos áudios, Verônica afirma: "Eles reagiram dentro de suas leis” e era direito deles agirem “para contê-la”. (ouça ao lado)
Durante a semana, em redes sociais e grupos de WhatsApp também circulou áudio no qual Heloísa Alves afirma que divulgava as gravações para ajudar a esclarecer dúvidas.
Investigação
Na quinta-feira (16), o Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GECEP), do Ministério Público (MP), instaurou procedimento de investigação para apurar denúncias de tortura e maus-tratos contra a travesti Verônica Bolina, após pedido da Defensoria Pública.
Na quinta-feira (16), o Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GECEP), do Ministério Público (MP), instaurou procedimento de investigação para apurar denúncias de tortura e maus-tratos contra a travesti Verônica Bolina, após pedido da Defensoria Pública.
Verônica foi detida na sexta-feira (10) por suspeita de tentar matar uma vizinha idosa. Depois, no domingo (12), arrancou a dentadas a orelha de um carcereiro dentro de um distrito policial. A Defensoria Pública alega que ela foi agredida e torturada no 2º Distrito Policial.
Feridas e hematomas são vistos na barriga e nas costas de Verônica Bolina (Foto: Divulgação)
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que os policiais do 2º DP negaram qualquer agresssão a travesti, e que ela apanhou de presos ao se masturbar na frente deles. Em seguida, um carcereiro foi tentar ajudá-la, mas foi mordido por ela, que lhe arrancou parte da orelha, segundo a polícia.
A mãe de Verônica contestou tal versão. Em entrevista ao G1, a funcionária pública Marli Ferreira Alves declarou que Verônica lhe disse que foram policiais que bateram nela.
“Não teve aquela história de preso bater [em Verônica] e [a travesti] se masturbou na cadeia. Não teve essa história”, disse Marli, 48 anos, nesta sexta-feira (17). “Estão colocando palavras na boca [de Verônica]. Não houve isso”, afirmou.
Marli contou que conversou com Verônica na quarta-feira (15), ainda na carceragem do 2º Distrito Policial, no Bom Retiro. “Não teve preso que bateu nela. Não teve nada disso. Pensa bem: ela está com a cabeça do jeito que ela está. Você acha que ela ia se masturbar na prisão?”, questiona a mãe da travesti.
De acordo com Marli, Verônica relatou que policiais militares e civis a agrediram durante a confusão ocorrida na cadeia e no hospital para onde foi levada ferida.
Fotos que circularam na internet de orelha de carcereiro (à esquerda) arrancada por Verônica (à direita), que apareceu seminua nas fotografias que vazaram pelo Facebook (Foto: Reprodução / Facebook)
Fotos
Fotos que mostram a travesti algemada, desfigurada, com os seios à mostra circularam em redes sociais de policiais. “Graças a Deus que vazou tudo isso [fotos de Verônica] na internet. Porque se não tivesse vazado, talvez ela estaria morta agora”, disse Marli. “O que tentaram fazer de mal para ela veio para o bem. Porque se não tivesse divulgado aquelas fotos, talvez a gente não estaria sabendo o que tinha acontecido com ela”.
Fotos que mostram a travesti algemada, desfigurada, com os seios à mostra circularam em redes sociais de policiais. “Graças a Deus que vazou tudo isso [fotos de Verônica] na internet. Porque se não tivesse vazado, talvez ela estaria morta agora”, disse Marli. “O que tentaram fazer de mal para ela veio para o bem. Porque se não tivesse divulgado aquelas fotos, talvez a gente não estaria sabendo o que tinha acontecido com ela”.
Apesar disso, a funcionária pública contou que Verônica lhe disse que se sentiu humilhada por causa das fotos que vazaram na web e foram tiradas por alguém que acompanhou sua prisão. “Muita humilhação. Muito humilhada. Não só ela, como todas as travestis, as pessoas em comum. A vergonha de ter passado por aquilo. Foi muito humilhada”, disse Marli.
"Ela [Verônica] também errou, mas ela também não deveria ter sofrido o que ela sofreu", afirmou Marli. "Ela não tem rosto agora, infelizmente. Ela vai se recuperar porque ela falou que vai sair dali e vai ser a Verônica de novo".
Marli contou ainda que Verônica é uma pessoa calma e que trabalha como cabeleireira para ajudar a sustentar a famíla, que mora em Mococa. "Minha filha é doce, educada, vaidosa e muito guerreira", disse. "Me orgulho dela porque ela nunca deu trabalho para mim".
URGENTE !!!! Polícia reabre caso e apura se Elize teve ajuda no assassinato do marido
A polícia de São Paulo reabriu a investigação sobre a morte do empresário Marcos Kitano Matsunaga, herdeiro do grupo Yoki, para apurar se a mulher dele, Elize Matsunaga, teve ajuda no assassinato do marido. A hipótese é que outra pessoa possa ter colaborado na tentativa de ocultar o corpo do empresário em áreas de Cotia, na Grande São Paulo.

Segundo o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a reabertura do caso atende um pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo.
A Secretaria da Segurança Pública informou que não daria mais informações para não atrapalhar as investigações.
O caso ocorreu em maio de 2012. A família denunciou o desaparecimento do empresário no dia 21 daquele mês. Duas semanas depois, Elize foi presa e confessou ter matado o marido com um tiro na cabeça, cortado o corpo, colocado em malas e jogado partes na Estrada dos Pires, em Cotia.
Ela está na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, à espera da realização do júri.
No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido para que ela fosse colocada em liberdade, de acordo com o advogado dela, Luciano Santoro.
O recurso, segundo o advogado, foi analisado por três desembargadores da 7ª câmara criminal do TJ. “Eles entenderam por manter a prisão por se tratar de um caso de clamor social, clamor público”, explicou Santoro, que alegava que ela não oferece riscos à sociedade.
Laudo da exumação
O laudo da exumação do corpo de Marcos foi divulgado em 2013. Para a Promotoria, o exame indica que Marcos foi morto com crueldade: ainda estaria vivo enquanto era esquartejado. Os defensores da ré dão outra versão sobre o documento: ele morreu logo após o disparo.
No entendimento da acusação, Elize premeditou o crime, queria o dinheiro do seguro de vida e da herança de Marcos, e atirou nele e o decapitou quando ele ainda estava vivo. A defesa discorda, alega que Elize só atirou porque foi agredida por Marcos quando descobriu que era traída pelo marido.
O laudo da exumação do corpo de Marcos foi divulgado em 2013. Para a Promotoria, o exame indica que Marcos foi morto com crueldade: ainda estaria vivo enquanto era esquartejado. Os defensores da ré dão outra versão sobre o documento: ele morreu logo após o disparo.
No entendimento da acusação, Elize premeditou o crime, queria o dinheiro do seguro de vida e da herança de Marcos, e atirou nele e o decapitou quando ele ainda estava vivo. A defesa discorda, alega que Elize só atirou porque foi agredida por Marcos quando descobriu que era traída pelo marido.
A exumação no corpo de Marcos foi realizada no dia 12 de março de 2013 por determinação da Justiça, após pedido feito pela defesa de Elize para uma nova perícia no cadáver. Os advogados haviam solicitado o novo exame para a Polícia Técnico-Científica determinar o momento exato da morte. Os defensores contestavam o laudo anterior, do Instituto Médico-Legal (IML), que informava que Marcos ainda estava vivo quando foi decapitado.
Esse documento da exumação, no entanto, continua repleto de informações contraditórias, que deixam dúvidas quanto ao instante em que o empresário foi morto. Informou, por exemplo, que o executivo ficou inconsciente após o disparo, mas não determinou se ele estava vivo durante o esquartejamento.
O laudo da exumação tinha informado ainda que o avançado estado de putrefação do corpo comprometeu avaliações de quesitos que apontariam se ele apresentava reações vitais ao ser esquartejado. Apesar disso, exame microscópico realizado pelo Núcleo de Anatomia Patológica do IML, anexado ao mesmo laudo, não encontrou sinais vitais nas cinco amostras do cadáver analisadas.
Crime
Marcos Matsunaga foi morto e esquartejado no dia 19 de maio de 2012, aos 42 anos. Ele era sócio da empresa alimentícia Yoki. A filha do casal está sob a guarda dos avós paternos. Desde que foi presa a ré não pôde ver a criança.
Esse documento da exumação, no entanto, continua repleto de informações contraditórias, que deixam dúvidas quanto ao instante em que o empresário foi morto. Informou, por exemplo, que o executivo ficou inconsciente após o disparo, mas não determinou se ele estava vivo durante o esquartejamento.
O laudo da exumação tinha informado ainda que o avançado estado de putrefação do corpo comprometeu avaliações de quesitos que apontariam se ele apresentava reações vitais ao ser esquartejado. Apesar disso, exame microscópico realizado pelo Núcleo de Anatomia Patológica do IML, anexado ao mesmo laudo, não encontrou sinais vitais nas cinco amostras do cadáver analisadas.
Crime
Marcos Matsunaga foi morto e esquartejado no dia 19 de maio de 2012, aos 42 anos. Ele era sócio da empresa alimentícia Yoki. A filha do casal está sob a guarda dos avós paternos. Desde que foi presa a ré não pôde ver a criança.
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Criminosos fazem série de roubos na Dutra, no RJ
Pelo menos cinco carros e uma moto foram roubados em um arrastão na Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, por volta das 6h deste sábado (18). Os crimes ocorreram perto de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a Polícia Rodoviára Federal, as rondas policiais na região foram intensificadas.
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Pelo menos 15 criminosos armados escolheram o início da rodovia, no sentido São Paulo, para assaltar famílias que saíam para passar o feriado fora do Rio. Testemunhas contaram que os homens estavam posicionados em uma esquina. Um homem carregando um fuzil foi flagrado pelo RJTV caminhando ao lado dos carros. Apavorados, alguns motoristas deram ré e outros voltaram na contramão.
Os criminosos chegaram a fazer disparos e assustaram os motoristas. Por volta das 8h, um veículo foi incendiado no quilômetro 164, sentido São Paulo. De acordo com a PRF, o objetivo dos criminosos era realizar uma nova série de roubos. Os suspeitos retornaram para fugir em direção à Avenida Brasil. A pista lateral neste trecho da Dutra ficou fechada devido ao fogo. Às 9h10, a via foi liberada.
Homens armados são flagrados pelo RJTV (Foto: Reprodução/TV Globo)
Policiais militares que faziam patrulhamento no Trevo das Margaridas trocaram tiros com os criminosos. "Aproximadamente uns 15 elementos, fortemente armados, se depararam com a viatura, atiraram, nós revidamos os disparos e tivemos sucesso em recuperar os dois veiculos que estão aqui. Eles fugiram pela Avenida Brasil correndo", afirmou um policial envolvido na operação, mas que preferiu não se identificar.
De acordo com a polícia, a mesma quadrilha que assaltou motoristas praticou assaltos em outros dois pontos da Rodovia Presidente Dutra. As vítimas dos assaltos registraram os roubos na 58º DP, na Posse, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Em nota, a Polícia Rodoviária Federal informou que viaturas de outros trechos foram enviadas para a Via Dutra para reforçar o policiamento na região onde ocorreu o arrastão. PMs do 150º Batalhão (Duque de Caxias) e 410º Batalhão (Irajá) reforçam a segurança nos acessos à rodovia.
Motoristas deram ré e voltaram na contramão ao encontrar criminosos armados. (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Assaltos frequentes na rodovia
Os casos de assaltos na Via Dutra são frequentes. Alguns deles são flagrados graças à tecnologia. Em setembro do ano passado, câmeras de segurança de empresas que ficam às margens da Via Dutra, na altura da Pavuna, registraram vários assaltos na área. Em um dos flagrantes, dois homens armados com pistolas pararam um carro e renderam uma família.
Os casos de assaltos na Via Dutra são frequentes. Alguns deles são flagrados graças à tecnologia. Em setembro do ano passado, câmeras de segurança de empresas que ficam às margens da Via Dutra, na altura da Pavuna, registraram vários assaltos na área. Em um dos flagrantes, dois homens armados com pistolas pararam um carro e renderam uma família.
Em fevereiro de 2014, dois homens foram presos após assaltar um ônibus que faz a linha Castelo x Nova Iguaçu, na Rodovia Presidente Dutra. Os criminosos exigiram carteiras, telefones celulares e joias usadas pelos passageiros. Funcionários da central de monitoramento da empresa de ônibus viram a ação dos criminosos pela câmera afixada dentro do coletivo, em frente ao banco do motorista, e avisaram a polícia, que prendeu os assaltantes.
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'Era fácil', diz delator sobre repasse de propinas a diretores da Petrobras
18/04/2015 13h34 - Atualizado em 18/04/2015 15h16
'Era fácil', diz delator sobre repasse de propinas a diretores da Petrobras
Vice-presidente da Camargo Corrêa cita 'má qualidade dos contratos'.
Ele diz que erros de cálculo nos orçamentos facilitavam o esquema.
Erick GimenesDo G1 PR
O vice-presidente da empreiteira Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, afirmou ao Ministério Público Federal (MPF) que "era fácil" inserir o valor das propinas pagas a diretores da Petrobras nos contratos firmados entre as duas empresas. O depoimento faz parte do acordo de delação premiada firmado pelo executivo, divulgado na sexta-feira (17).
"Era fácil, porque, em primeiro lugar, os volumes dos contratos junto à Petrobras eram significativos, de muitos milhões ou bilhões de reais", disse o vice-presidente em depoimento.
Além disso, Leite afirmou que a inclusão da propina nas propostas apresentadas pela empreiteira para licitações era possível "por conta da má qualidade dos contratos" da Petrobras. Isso gerava discussões de sobrecustos que as obras exigiriam, nos quais eram incluídos os valores de propina.
Conforme o delator, a estatal aceitava variação de até 20% a mais no valor previsto para a realização das obras. Desta forma, o 1% que era destinado à propina se tornava "insignificante".
Este percentual de 1% do valor contratado destinado à propina, de acordo com o depoimento, valia tanto para a Diretoria de Abastecimento como para a Diretoria de Serviços. Eles eram descritos nos documentos oficiais como reservas para riscos financeiros, como variação de preços dos materiais, atrasos de pagamentos ou possíveis greves.
Eduardo Leite exemplificou que, se o custo de certo equipamento era de R$ 1 mil, seria previsto um adicional de 1% referente aos riscos financeiros citados. Isso elevaria o orçamento para R$ 1.010, e era deste adicional que o valor da propina era retirado.
Prevenção
Questionado pela Polícia Federal sobre o que poderia ser feito no aspecto preventivo, para evitar essas possibilidades, Eduardo Leite disse que a precisão orçamentária deveria ser aumentada, além da elaboração de projetos de engenharia mais detalhados.
Questionado pela Polícia Federal sobre o que poderia ser feito no aspecto preventivo, para evitar essas possibilidades, Eduardo Leite disse que a precisão orçamentária deveria ser aumentada, além da elaboração de projetos de engenharia mais detalhados.
Ele justificou dizendo que um projeto mais bem detalhado evitaria as discussões sobre aumentos de custos das obras, de onde saíam os recursos de propina. Conforme Leite, os projetos da Petrobras eram mal contratados, tinham curto tempo de execução de projetos, e havia "afobação" para contratar antes que os projetos ficassem prontos.
O vice-presidente da empreiteira afirmou acreditar que os erros não eram intencionais por parte da estatal. Para ele, o processo de contratação de empreiteiras era apenas "mal feito".
Montante
Segundo Leite, a Camargo Corrêa pagou R$ 110 milhões em propinas para abastecer o esquema de corrupção. Do total, R$ 63 milhões foram destinados para a área de Serviços da Petrobras, comandada à época por Renato Duque e Pedro Barusco, e outros R$ 47 milhões foram para a Diretoria de Abastecimento, comandada por Paulo Roberto Costa.
Segundo Leite, a Camargo Corrêa pagou R$ 110 milhões em propinas para abastecer o esquema de corrupção. Do total, R$ 63 milhões foram destinados para a área de Serviços da Petrobras, comandada à época por Renato Duque e Pedro Barusco, e outros R$ 47 milhões foram para a Diretoria de Abastecimento, comandada por Paulo Roberto Costa.
Ainda de acordo com o vice-presidente da empresa, os pagamentos se faziam necessários porque a Camargo Corrêa corria o risco de não receber os valores contratados com a Petrobras ou mesmo quantias de contratos aditivos que fossem realmente necessários.
O advogado de Eduardo Leite foi procurado pela reportagem, mas informou que não vai se manifestar sobre as declarações que seu cliente deu ao MPF.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
No CE, mãe forja abandono de bebê e depois diz à polícia estar arrependida
A polícia de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, investiga o caso de uma mãe que forjou o abandono do próprio filho de um ano de seis meses em Caucaia. Na quinta-feira (16), ela ligou para delegacia da cidade informando que havia encontrado um bebê abandonado em uma parada de ônibus do Centro da cidade e que o tinha levado para casa.
De acordo com Polícia Civil, nesta sexta-feira (17), a mulher confessou a farsa, alegou um "momento de desespero" e disse que não tinha condições de cuidar do filho. Após a ligação na quinta, a polícia foi até a casa da mulher e levou o bebê e ela ao Conselho Tutelar de Caucaia.
Ao conselheiro tutelar, a mãe deu a mesma versão e pediu para não ser identificada. "Ela disse para gente que levou até a sua casa lá no Cumbuco onde disse que morava. Deu banho e, em seguida, chamou a polícia. A polícia pegou os dois, mulher e criança, e trouxe ao Conselho Tutelar", afirmou Paulinho Cipó, conselheiro.
As condições da criança chamaram atenção e levantaram a suspeita do Conselho Tutelar e da polícia. Segundo o conselheiro, o menino estava bem cuidado, limpo e aparentava estar saudável. Além disso, a bolsa que a mulher dizia ter sido deixada com o bebê tinha produtos de boa qualidade, leite, frutas e remédios.
Ainda na quinta-feira (16), a criança foi levada para um abrigo e o conselheiro tutelar encaminhou um relatório sobre o suposto abandono para a Vara da Infância e Juventude. De acordo com a Polícia Civil, o bebê continuará no abrigo até que a mãe, parentes e testemunhas sejam ouvidas pela Justiça e decida sobre a guarda. Segundo o delegado de Caucaia, não houve motivos para manter a mãe presa porque não se configurou o abandono.
Brasileiro fala de guerra pelos EUA e diz que conheceu 'sniper americano'
Entre tantas tatuagens no braço direito do brasileiro Francesso Tessitore, duas chamam atenção: o nome "US Marine", que demonstra devoção a um dos ramos das Forças Armadas dos Estados Unidos, e um tributo ao maior franco-atirador da história do país, Chris Kyle, conhecido por deixar 160 inimigos mortos em operações de guerra.
A tatuagem de caveira no corpo do militar é símbolo da história de Kyle, retratada no filme "Sniper Americano" (2014). O brasileiro, inclusive, afirma ter conhecido o atirador em Fallujah, cidade palco de um dos conflitos mais sangrentos durante a Guerra do Iraque.
A tatuagem de caveira no corpo do militar é símbolo da história de Kyle, retratada no filme "Sniper Americano" (2014). O brasileiro, inclusive, afirma ter conhecido o atirador em Fallujah, cidade palco de um dos conflitos mais sangrentos durante a Guerra do Iraque.
Por sonho, brasileiro foi à guerras pelas ForçasArmadas (Foto: Reprodução/ TV Vanguarda)
“Tive a oportunidade de conhecer Chris Kyle, porque ‘limpávamos’ [varredura em busca de inimigos e para proteção de civis] Fallujah e tínhamos que saber onde estavam os snipers. Nós tivemos uma reunião e conheci ele, de bater um papo mesmo. Foi bem no comecinho da carreira dele também”, afirma. A batalha em Fallujah foi a primeira do atirador americano e é uma das principais cenas do longa-metragem, vencedor do Oscar por melhor direção de som neste ano.
Segundo ele, a homenagem ao "sniper" foi motivada pela importância do trabalho dele para os militares americanos em campo de batalha. Kyle foi morto em 2013, pelas mãos de um fuzileiro naval, quando estava em processo de recuperação do período pós-guerra. “A morte dele nos afetou muito. Tivemos muitos amigos, às vezes até eu mesmo, que foram salvos por ele”, lembra o brasileiro.
Trajetória
Apesar de ter nascido em São Paulo, Tessitore passou a infância em São José e, desde pequeno, tinha o sonho de servir às Forças Armadas dos EUA. No início da década de 1990, ele deixou o Brasil para tentar se alistar no serviço militar americano. Mais de 20 anos depois, acumula combates no Iraque e no Afeganistão pelas tropas americanas. “Como você vai correr atrás dos seus sonhos sem recursos para isso? O Brasil não me oferecia nada disso. Meu sonho era ser Marine e ponto”, afirma.
Para ingressar no US Marine, entretanto, ele conta ter passado por um processo rigoroso. Vivendo nos Estados Unidos, Tessitore se casou com uma americana e se alistou na infantaria do país, quando a legislação era menos rigorosa para o ingresso de estrangeiros.
Seis anos anos depois, ele renunciou à cidadania brasileira e adquiriu de vez a cidadania americana, conseguindo assim, servir ao "US Marine". "Desde o ataque terrorista às Torres em 2001, mudou muita coisa para o ingresso nas Forças Armadas e as leis federais na área de imigração continuam mudando", explica.
Segundo ele, a homenagem ao "sniper" foi motivada pela importância do trabalho dele para os militares americanos em campo de batalha. Kyle foi morto em 2013, pelas mãos de um fuzileiro naval, quando estava em processo de recuperação do período pós-guerra. “A morte dele nos afetou muito. Tivemos muitos amigos, às vezes até eu mesmo, que foram salvos por ele”, lembra o brasileiro.
Trajetória
Apesar de ter nascido em São Paulo, Tessitore passou a infância em São José e, desde pequeno, tinha o sonho de servir às Forças Armadas dos EUA. No início da década de 1990, ele deixou o Brasil para tentar se alistar no serviço militar americano. Mais de 20 anos depois, acumula combates no Iraque e no Afeganistão pelas tropas americanas. “Como você vai correr atrás dos seus sonhos sem recursos para isso? O Brasil não me oferecia nada disso. Meu sonho era ser Marine e ponto”, afirma.
Para ingressar no US Marine, entretanto, ele conta ter passado por um processo rigoroso. Vivendo nos Estados Unidos, Tessitore se casou com uma americana e se alistou na infantaria do país, quando a legislação era menos rigorosa para o ingresso de estrangeiros.
Seis anos anos depois, ele renunciou à cidadania brasileira e adquiriu de vez a cidadania americana, conseguindo assim, servir ao "US Marine". "Desde o ataque terrorista às Torres em 2001, mudou muita coisa para o ingresso nas Forças Armadas e as leis federais na área de imigração continuam mudando", explica.
Tessitore em campo de batalha com o grupo do USMarine (Foto: Arquivo Pessoal/Franceso Tessitore)
Emocional
De acordo com Tessitore, os treinamentos intensos das Forças Armadas têm o objetivo de eliminar o inimigo durante a guerra. Para ele, qualquer tipo de hesitação em campo de batalha pode comprometer uma operação inteira. "Somos treinados para matar. Estamos lá pelos nossos companheiros, para salvar a vida de quem está do nosso lado. Depois nós fazemos a parte humanitária no local, mas o inimigo está ali e temos que repeli-lo”, diz o militar.
Após deixar os combates em 2013, o brasileiro enfrentou depressão, como muitos outros americanos que serviram ao país. "No pós-guerra, você volta para casa e fica desligado do mundo, não consegue sair para fazer uma compra porque fica com medo. Descobri com ajuda que o medo que eu sentia era porque essa realidade de vivenciar a guerra não era mais minha", afirma ele, que acabou se separando da esposa durante o período.
Hoje, Tessitore conta que faz parte do setor de operações sigilosas das Forças Armadas nos Estados Unidos. Recentemente, voltou a São José dos Campos, onde se casou com uma brasileira que se mudará com ele para os EUA nos próximos meses.
Mesmo deixando os campos de batalha, as marcas da guerra seguem presentes no corpo forte do militar. Entre a caveira em homenagem ao sniper e o nome do "US Marine", está uma das mais significativas: o número 14 em algarismos romanos, em referência ao total de companheiros que Tessitore perdeu na guerra. Entre tantas batalhas vencidas, é justamente esta a derrota mais significativa de Tessitore com as tropas americanas.
De acordo com Tessitore, os treinamentos intensos das Forças Armadas têm o objetivo de eliminar o inimigo durante a guerra. Para ele, qualquer tipo de hesitação em campo de batalha pode comprometer uma operação inteira. "Somos treinados para matar. Estamos lá pelos nossos companheiros, para salvar a vida de quem está do nosso lado. Depois nós fazemos a parte humanitária no local, mas o inimigo está ali e temos que repeli-lo”, diz o militar.
Após deixar os combates em 2013, o brasileiro enfrentou depressão, como muitos outros americanos que serviram ao país. "No pós-guerra, você volta para casa e fica desligado do mundo, não consegue sair para fazer uma compra porque fica com medo. Descobri com ajuda que o medo que eu sentia era porque essa realidade de vivenciar a guerra não era mais minha", afirma ele, que acabou se separando da esposa durante o período.
Hoje, Tessitore conta que faz parte do setor de operações sigilosas das Forças Armadas nos Estados Unidos. Recentemente, voltou a São José dos Campos, onde se casou com uma brasileira que se mudará com ele para os EUA nos próximos meses.
Mesmo deixando os campos de batalha, as marcas da guerra seguem presentes no corpo forte do militar. Entre a caveira em homenagem ao sniper e o nome do "US Marine", está uma das mais significativas: o número 14 em algarismos romanos, em referência ao total de companheiros que Tessitore perdeu na guerra. Entre tantas batalhas vencidas, é justamente esta a derrota mais significativa de Tessitore com as tropas americanas.
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